Em 1986, a Associação dos Amigos de Itatiaia, presidida por Hélio de Almeida, solicitou à CERJ autorização para construir um acesso e um pequeno mirante no local conhecido como “Último Adeus”, visando melhorar o conforto dos visitantes. O projeto, de autoria do arquiteto Levy Menezes, já havia sido aprovado pela diretoria da associação. Em resposta, a CERJ negou a autorização, informando que a área era reservada para lazer de seus empregados. A correspondência entre as instituições manteve tom cordial e de respeito mútuo.